Os arquétipos definem como nos relacionamos com o mundo: eles se manifestam como instintos e afetos, como imagens e os símbolos (tão recorrentes em nossos sonhos), na mitologia e nos padrões de comportamento e experiência. Eles refletem questões universais e o principal: preenchem a lacuna do nosso existir e a relação com o objeto. Na maioria das vezes, o arquétipo deve ser analisado de maneira simbólica pela nossa psique (mas também é verdade que pode de expressar de maneira real). Seja como for, o material arquetípico pode ser usado como potencial curador, amplificador, dando sentido a experiência pessoal na qual ele se insere.
Arquétipo é tudo aquilo que é o universal, são pensamentos, idéias, sentimentos, sendo assim ele nos orienta a experimentar a vida.Impulsionados por ele, fazemos escolhas, criamos, curamos ou envenenamos nós mesmos.
Arquétipo é tudo aquilo que é o universal, são pensamentos, idéias, sentimentos, sendo assim ele nos orienta a experimentar a vida.Impulsionados por ele, fazemos escolhas, criamos, curamos ou envenenamos nós mesmos.
Exemplo: o Arquétipo da Grande Mãe. Esse arquétipo tem uma base instintiva, no sentido de que todos os seres humanos podem reconhecer o ato de ser mãe- aquela que cuida, a Grande Deusa, a Mãe Igreja, etc.
A natureza (arquétipo) e a influência do meio (experiência pessoal) são magicamente enredadas. Por isso, temos a experiência arquetípica da Grande Mãe, por exemplo, e a experiência sentida e vivida pela mãe de cada um (tais como a fantasia de que nossa mãe é uma bruxa ou um anjo).
Jung trata de arquétipo no livro: Os Arquétipos e o Inconsciente coletivo

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