terça-feira, 31 de maio de 2011

Afinal, qual o simbolismo da Mandala?

Jung prestou serviço militar trabalhando como médico do exército suíço durante a primeira guerra mundial.  Entre 1918 e 1919, Jung desenhava uma mandala sem seu caderno para representar seu estado emocional e dessa forma, foi observando a transformação psíquica que nele operava ao realizar esses desenhos.

Mandala significa formação-transformação. “É a natureza microcósmica da psique”.

O mandala em sânscrito significa círculo mágico. É representada por imagens dispostas ao redor de um centro.

O círculo mágico é usado para proteger uma pessoa contra as influências externas. Elas são usadas no budismo tibetano como forma de meditação e contemplação.

No centro delas, costumam - se aparecer símbolos (estrela, sol, lua, divindade, etc.). O centro é a unidade.

Von Franz e Jung têm muito a revelar sobre mandala, no livro- Seu mito em nossa época, 1992.

Por que os quatro pontos?

A quaternidade significa uma composição envolvendo quatro objetos ou pessoas. É um indicador de totalidade ou unidade global. São levadas em considerações as quatro divisões do espaço cósmico (norte, sul, leste, oeste, em cima, embaixo, à esquerda, à direita.)





SI MESMO OU SELF + imago dei

O Self abrange a personalidade total, sendo constituída pela parte consciente e inconsciente.

É ele que coordena as inúmeras ações, trocas e relações. É o grande responsável pela caracterização da individualidade de cada pessoa.

Projetamos o self em instituições, pessoas, cosmos, etc.

Jung ainda chamou de Si - mesmo ou self a esse arquétipo do “Deus-homem interior”. É uma imago, uma idéia dotada de muito valor psicológico. Segundo Jung, Deus é um conceito, definido como imago dei.

Nesse sentido, o self é muitas vezes projetado em fenômenos, objetos (cria-se então as idealizações, idolatrias, sistemas religiosos, etc.), ganhando assim, um tom fascinante, pois a dimensão psíquica inconsciente impõe-se ao ego, em uma realidade maior e ainda mais forte que a consciência.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

SUPERFÍCE- AULINHA EGO-CONSCIÊNCIA


O EGO

Jung em um dos seus últimos livros:  Aion-Estudos Sobre o Simbolismo do Si-Mesmo, define “ego” como um complexo (fator complexo) com o qual todos os conteúdos conscientes se relacionam. Nesse caso, o ego refere-se a tudo aquilo que a pessoa experiência como o centro da vontade, do desejo, ação e reflexão. Para Jung, ego é o centro da consciência. Dando continuidade aos seus estudos, Jung define:

CONSCIÊNCIA= AQUILO QUE CONHECEMOS
INCONSCIÊNCIA= TUDO AQUILO QUE IGNORAMOS

Mas...

Jung foi além, em outras obras, postulou que alguns conteúdos são refletidos pelo ego e mantidos na consciência e outros se situam fora da consciência por qualquer razão ou duração (inconscientes).
Freqüentemente, Jung refere-se a ego como complexo. Nessa última obra (Aion), Jung afirmou que consciência é um pouco mais amplo que o ego.

Então...


                                                                                            

O ego está situado na consciência. A consciência é o entendimento das coisas exteriores, entretanto, animais também podem estar conscientes, uma vez que podem observar e reagir aos estímulos exteriores, mas no seres humanos, a articulação ego-consciência muda muito.

O ego é o ponto focal e crítico da consciência, pois funciona como um “guardinha” que tanto pode reter conteúdos da consciência, quanto pode eliminar e reprimi-los. Ele então focaliza a consciência humana e confere à sua determinação vital e direcional. Ele escolhe, manipula e interage até mesmo com as emoções e desejos. Exemplos: posso assistir a um filme e ser tomado a fazer uma escolha difícil, ou responder a um estímulo com uma arma de fogo, etc...

O ego também nos da à essência do “eu”, da nossa identidade. Quando uma criança se reconhece, ou seja, é capaz de dizer “eu”, ela coloca-se de forma consciente no mundo, entretanto, o processo de conhecê-lo é gradual, começa na infância e vai até a idade adulta (haja vista as dificuldades encontradas na adolescência, na difícil tarefa de saber quem ele é, de fato).

Esse exercício de reflexão é pré e pós lingüístico, no entanto, repararem em um detalhe- o ego está baseado no corpo, no sentido que experimenta, mas o corpo que o ego experimenta é psíquico. É a imagem do corpo e não o próprio corpo. Portanto, para Jung, o ego é um fator psíquico!

Paremos por aqui hoje... já que entramos no mundo psíquico, entramos então na psique e na grande roda viva proposta por Jung – a noção de self.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A persona


Jung define esse termo na importante obra “tipos psicológicos”, 1921. Jung adaptou esse termo da psicanálise e tomou da psicologia em geral. Seja como for, o termo “persona” é propriedade intelectual do próprio Jung.

Hoje esse termo está aceito no vocabulário da própria psicologia e do senso comum contemporâneo. Siginfica pessoa tal como apresentada, não a pessoa como real.

Jung estava interessado em entender como as pessoas desempenham determinados papéis, adotando atitudes convencionais, coletivas e representando estereótipos culturais, ao invés de viverem sua própria unicidade. Parece algo muito familiar não? Pois de fato, é um traço humano bem conhecido, uma espécie de imitação.

Jung então vai demonstrando que o ser humano normal é uma versão menos exagerada do que se verifica na patologia de “traços de divisão de caráter” ou pluralidade de personalidade (comum na vida cotidiana). Ex: quando falamos que um indivíduo “é um anjo na rua e um carrasco em casa”.

Jung ainda afirma que as pessoas são sensíveis a tantas expectativas de outras pessoas. Na escola, na casa, na família, os indivíduos requerem atitudes específicas.  A persona está sempre se relacionando e adaptando ao mundo dos objetos.

Somos de fato, dependentes da persona para a  nossa inteira identidade e até mesmo para o senso de realidade, no entanto, nem sempre ela estabelece uma relação simples com o ego - o ego é um complexo, portanto está mergulhado no self e movimenta-se no sentido da individuação/separação; por outro lado, uma parte do ego é onde a persona ganha raiz na direção de adaptação ao meio - temos daí dois movimentos opostos: uma parte do ego, querendo ser independente e autônomo, e outra parte desejando se adaptar ao meio (sobre o ego e consciência farei outro post).  Para melhor compreensão, sigo com um exemplo na  pergunta: como uma pessoa poder ser livre, autêntico, individual, e ao mesmo tempo, ser aceito socialmente?

Uma persona saudável e criativa possui amplitude para a adaptação ao meio, e ao mesmo tempo pode ser autêntica e plausível, identificando-se com a persona na medida em que ela é uma verdadeira expressão da personalidade. Uma armadilha é quando uma pessoa preocupa- se excessivamente na adaptação ao meio social e então acredita que essa imagem é tudo que conta para a formação da sua personalidade; ou ainda fazer de forma ao contrário (retrair-se exclusivamente ao mundo interior), tornado-se cega e sem qualquer afinidade com outras.

Gosto muito desse site de fotografia: http://www.thecobrasnake.com, nele o fotógrafo californiano Mark Hunter, tira fotos bizarras de pessoas em um contexto em que se atua, quase que exclusivamente, personas (são geralmente em festas hypes sociais de todo o mundo).

Além de gostar da maneira como o party fotógrafo capta as experiências humanas, também retiro do site, inspirações de “looks” (o jeito de se vestir também faz parte da persona)

Algumas fotos do site:





terça-feira, 24 de maio de 2011

De olho nela e no futuro

Vcs conhecem REGINA NAVARRO LINS?!

Regina é psicanalista, sexóloga, pesquisadora e escritora de vários livros sobre os quais tratam das temáticas: relacionamento afetivo, amor, casamento e as mudanças ocorridas ao longo dos séculos sobre tais assuntos. O mais interessante?! O que ela tem a dizer sobre o que acredita estar acontecendo nas últimas décadas nesses setores.

Pelo que captei das duas entrevistas em que ela aparece no programa da Marília Gabriela, Regina acredita que precisamos REFORMULAR A IDÉIA DO CASAMENTO. Depois de muito estudar e analisar pacientes em seu consultório, Regina foi se dando conta do quanto às pessoas sofrem ao ter que escolher entre um amor ou outro, o peso que muitas pessoas nutrem com a idéia de envolver-se em relacionamento extra-conjulgal, e a verdadeira pedra do sapato que o casamento e tudo que ele implica, ainda teimam em apresentar na sociedade sob corações pouco satisfeitos.

Regina propõe a idéia de reformular as expectativas do casamento em busca de novas formas de olhar o amor. Para ela é necessário a substituição daquele velho e antigo mito do amor romântico (feito de fábulas, proibições e idealizações) para perguntas do tipo: "será que quando eu amo, não posso mesmo olhar pra ninguém e me apaixonar por alguém sem culpa e sem medo?"

Com isso, vão sendo semeadas as idéia da poligamia, das casas de swing (diga-se de passagem, mais do que nunca antes, altas no ibope), a noção de que as pessoas podem “abrir mão" de suas escolhas mais do que precisariam sem medo e sem culpa, e o sexo sem censura, sexo como algo bom e saudável.

Regina não retirou tão audaciosas (a primeira vista) idéias, sem antes pesquisar muito sobre o assunto. Se de fato, voltarmos para historia da humanidade, vamos certamente encontrar vestígios do quanto à noção do sexo e do amor mudou e continua mudando-daí a considerar, que desde a descoberta da pílula dos anos 60 e 70 e a luta das mulheres, ainda estamos vendo mudanças ocorrerem nesses campos, sobretudo, pela grande participação da internet e redes sociais.

E nessa onda pela busca mais satisfatória do prazer na vida das pessoas, Regina pontua que a fronteira entre o masculino e o feminino vem cada vez mais se dissolvendo. Os sistemas rígidos entre o masculino e o feminino têm sua base no sistema patriarcal que haja vista (pasmem) estão no mundo há mais de cinco mil anos. 

Dessa maneira, mudanças de comportamento parecem despertar sua atenção, Regina pontuou algumas, tais como, o protótipo do "machão" cada vez mais desvalorizado pelas mulheres, e o olhar para o aumento da bissexualidade. Agora sendo abraçada com menos preconceito. Nesse ponto, devo dirigir aos leitores, ao meu post sobre o "mito da homossexualidade".

Regina fez algumas outras explanações bem interessantes no programa. Os assuntos abordados me parecem vanguardistas o suficiente para nos atentarmos sem preconceito as suas idéias. Pensei muito em como dialogar seus pressupostos sob o prisma da psicologia analítica. A maneira pela qual a "anima" e o "animus" conversam com a consciência (mais ou menos integrativa, positiva ou negativa) explicam em parte, grandes das mudanças comportamentais assistidas entre homens e mulheres no nosso mundo atual. (ler post  "demasiadamente Animus: a pedra preciosa")

Para quem quer mais, eis alguns dos livros dela:

A cama na varanda
Na Cabeceira da Cama
A Cama na Rede 
Se eu Fosse você...
 E a seguir, um vídeo dela no Programa do Jô...





sexta-feira, 20 de maio de 2011

Porque o tempo nos assusta?

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Levei um susto ao abrir a caixa de email hoje e me deparar com essas informações.Talvez muito de vocês já tenham visto esse email, de qualquer forma, pensei em fazer um post sobre o tema. Quantas vezes escutamos a famosa frase: "como o tempo voa", pois é....nós psicólogas temos algumas hipóteses para esses espantos. Hoje eu quero revelar a minha. 

O fenômeno é simples: o tempo cronológico muitas vezes não acompanha o tempo psicológico. Chamo de "tempo psicológico", aquele que dialoga com o universo simbólico, com os conteúdos mais íntimos, são as memórias e as identidades. Toda esse mundo psíquico é muito singular, depende das experiências de vida de cada um; mais que isso, depende muito da memória afetiva de cada um.

Além disso, teimo em defender a idéia, de que a tecnologia e tudo que ela agrega (net, mundo virtual e o prático clik do mouse) estão propagando uma imensa quantidade de informações, capazes SIM de espantar e ao mesmo tempo revolucionar o cérebro humano no processamento de informações. Cabe a psicologia se a ver com essa nova linguagem. Enquanto isso, o tempo não para...e paro o "grand finale", a figura aí de baixo:








quinta-feira, 19 de maio de 2011

Moda como uso criativo e simbólico


Quem me conhece sabe que eu A-M-O moda. Sou seguidora de muitos blogs sobre o assunto.

O post de hoje é feito de um post(ulado): a moda definitivamente não tem sua base instintiva. Ela nasceu a partir de um momento histórico (o blog OFICINA DE MODA, tem um post legal sobre o assunto), e foi criada até mesmo por uma necessidade (aliás, grande parte das criações mais legais no mundo, são inventadas, a partir de uma necessidade (lembram da origem do Facebook? e da Victoria Secret?)

A moda é uma expressão e como expressão também é simbólica. Ela revela conteúdos internos muitas vezes de forma pouco consciente (ou consciente) pelo autor do “look”. Pouco consciente sim, mas nem por isso, pouco consistente, ao contrário, o autor do “look”  sempre revela alguma coisa.

E quando então pesquisamos os grandes estilistas? Verdadeiros artistas que sem dúvida, resgatam de forma harmônica e sensível conteúdos internos secretos, por ora sombrios (porque não?), entretanto, sedentos de criatividade. Moda é arte. Ela fala e se expressa por si só.

Percebo que a moda (vejam só, a “moda”) de hoje é ser multifacetada. Não sou estudiosa sobre o tema, mas percebo pelo “vai e vem” das tendências (ok, a moda sempre foi assim), encontramos atualmente um tom menos proibitivo, mais globalizado, livre e espontâneo.

E nesse “tudo pode”, vamos nos deparando com uma tendência que já se faz presente nas empresas de marketing, e nos grupinhos de experts do assunto- a noção de lugares, espaços e pessoas cada vez mais “personalizadas”. Incrível né? Mas esse é assunto para outro post....enquanto isso, vou publicar esse vídeo que EU amei  e também é um bom exemplo da cultura da moda via "globalização multifacetada".




O que é mesmo gente diferenciada?!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O símbolo e o mergulho


Jung acreditava que a finalidade de um símbolo era mudar a energia psíquica (ou libído) de um nível para o outro, apontando o caminho em direção ao vasto desenvolvimento humano.

Pois então, os símbolos se enchem de vivacidades capazes de dar significados e atuar como transformadores da energia psíquica (pense energia psíquica como um fluído que regride para o mundo interior ou se infla para fora). E que maravilha é saber quando ela regride- Jung considerava a regressão, como potencialmente adaptadora e indispensável à cura quando bem sucedida (essa “descida” é o mergulho do qual falamos). É nesse mergulho (libido que regride) que surgem os símbolos.

Nesse caso, os símbolos nascem em um nível mágico e arcaico da psique, onde são então, potencialmente destrutivos, curativos e até mesmo proféticos.

Nessa dança da energia, caracterizando o fluxo da libido e a capacidade de regredir, particularmente de ir além dos conflitos, é um dos mecanismos de auto-regulação da psique.

Na literatura e na mitologia- é o retorno do sol do interior da noite. Quando então, nessa regressão (ou mergulho) se pode voltar, estamos diante da remissão ESPONTÂNEA da depressão e dos episódios psicóticos. Vamos então todos ao encontro dos seus símbolos ?!

É curioso,senão simbólico,a noção de que meu maior sonho é mergulhar de verdade. Acho que no plano simbólico isso também é indicativo de uma fase minha mais "regredida", na tentativa de buscar um baú de ouro nas profundezas e devaneios do meu mar.

O que é arquétipo?


Os arquétipos definem como nos relacionamos com o mundo: eles se manifestam como instintos e afetos, como imagens e os símbolos (tão recorrentes em nossos sonhos), na mitologia e nos padrões de comportamento e experiência. Eles refletem questões universais e o principal: preenchem a lacuna do nosso existir e a relação com o objeto. Na maioria das vezes, o arquétipo deve ser analisado de maneira simbólica pela nossa psique (mas também é verdade que pode de expressar de maneira real). Seja como for, o material arquetípico pode ser usado como potencial curador, amplificador, dando sentido a experiência pessoal na qual ele se insere.

Arquétipo é tudo aquilo que é o universal, são pensamentos, idéias, sentimentos, sendo assim ele nos orienta a experimentar a vida.Impulsionados por ele, fazemos escolhas, criamos, curamos ou envenenamos nós mesmos.

Exemplo: o Arquétipo da Grande Mãe. Esse arquétipo tem uma base instintiva, no sentido de que todos os seres humanos podem reconhecer o ato de ser mãe- aquela que cuida, a Grande Deusa, a Mãe Igreja, etc.

A natureza (arquétipo) e a influência do meio (experiência pessoal) são magicamente enredadas. Por isso, temos a experiência arquetípica da Grande Mãe, por exemplo, e a experiência sentida e vivida pela mãe de cada um (tais como a fantasia de que nossa mãe é uma bruxa ou um anjo).

Jung trata de arquétipo no livro: Os Arquétipos e o Inconsciente coletivo

Afinal, quem foi Jung ?????!!!!!! (breeeeeeeeeeeve histórico da sua vida em tópicos)

-Carl Gustav Jung foi um escritor prolífico

-Nasceu em 26 de Julho em Kesswil, no cantão de Turgóvia, Suíça

-Formou-se médico psiquiátrico em 1900

-Seu pai era pastor; recebera influência de sua prima de 15 (médium), participando de um grupo interessado na capacidade mediúnica- suas notas formarão base de sua tese subseqüente em 1902

-Entre 1856-1939: teve um importante encontro com Sigmund Freud, se defrontando com uma dúvida: será que a psicanálise poderia ser usada com o mesmo êxito com os pacientes psicóticos? ( grupo de maior interesse em seus estudos)

-1902: Publicação de sua tese, “Sobre a psicologia dos fenomenos chamados ocultos”. Ele antecipa aqui suas idéias posteriores, (a) o inconsciente é mais sensitivo que o consciente, (b) que o distúrbio psicológico tem um siginificado teleológico e (c) que o inconsciente produz material mitológico (explico tudo mais tarde) =)

-1903: Casa-se com Emma Rauschenbach (também autora de muitas obras analíticas)

-1910: nasce sua terceira filha, MARIANNE (tive que colocar essa parte!) =)

-Entre 1912 e 1913 as divergências com Freud começam a aparecer. Quais são elas: (a) a opinião de que a repressão não explica todas as condições; (b) que as imagens incosncientes podem ter um significado teleológico; e (c) a libído (energia psíquica), não é exclusivamente sexual. Em 1913 rompe definitivamente com Freud e passa por um período de esgotamento nervoso, durando aproximadamente até 1919

-Em 1920, já tinha considerável reputação internacional, durante os anos seguintes viajou muito, principalmente para visitar povos primitivos

-Até 1927 se interessa por alquimia chinesa e ocidental; uso cada vez maior de seminários

-Em 1931 já se têm publicado os postulados da psicologia analítica

-1957-1959: redige sua autobiografia

-6 de junho de 1961: morre em Küsnacht, à beira do lago de Zurique

OBS- Que fique claro que esse é um quadro muito breve da sua vida e não de suas obras que incluem muitas coisas. Postei as partes que considero mais importantes para esse blog.